Thiago de Gois: 25 anos construindo infraestrutura operacional no Brasil
Conheça a trajetória de 25 anos de Thiago de Gois: de São Paulo ao Google, cases marcantes, visão de infraestrutura antes de ferramenta e a metodologia XPR que revoluciona operações em empresas brasileiras.
Thiago de Gois não é um guru de tecnologia que lê tendências em Silicon Valley. É um engenheiro de infraestrutura operacional com 25 anos construindo sistemas que funcionam na prática, em empresas reais, em condições brasileiras. Começou em São Paulo, passou por transformações digitais em multinacionais, trabalhou com Google em projetos geoespaciais e, hoje, lidera XPR com uma visão radical: infraestrutura operacional deve vir antes de qualquer ferramenta. Sua história não é de sucesso fácil. É de aprendizado custoso em centenas de projetos que funcionaram ou fracassaram. E desses fracassos nasceu a metodologia que hoje transforma operações em empresas brasileiras de todos os tamanhos.
“25 anos construindo infraestrutura operacional. De São Paulo ao Google. Agora, XPR traz essa experiência para resolver o problema número 1 de empresas brasileiras: fragmentação operacional que custa caro e mata eficiência.”
Os primeiros 15 anos: aprendendo o que não funciona (São Paulo, 1999-2014)
Thiago começou sua carreira em São Paulo em 1999, quando a internet ainda era discada e as empresas brasileiras achavam que ter um site era transformação digital. Passou por agências digitais que criavam portais bonitos mas inúteis. Por consultorias de TI que vendiam implementações de ERP de R$ 5 milhões que ninguém conseguia usar. Por startups que falavam em escalabilidade mas rodavam em infra frágil. Viu de perto o que a maioria dos executivos nunca vê: a diferença entre um projeto que funciona no PowerPoint e um que funciona na realidade operacional.
Trabalhou em projetos que custaram milhões em licenças e consultoria mas fracassaram porque faltava infraestrutura básica. Trabalhou em projetos simples que custaram R$ 50 mil mas economizaram R$ 2 milhões ao ano porque resolveram o problema real. Aprendeu que a diferença não está na tecnologia em si. Está na infraestrutura de processos, dados e governança que sustenta a tecnologia.
Nessa época acumulou casos marcantes que nunca esqueceu. Uma rede de varejo em São Paulo com 120 lojas que tinha 47 sistemas diferentes - nenhum se comunicando. Cada loja tinha seu próprio jeito de registrar venda. Cada região tinha seu próprio ERP. A matriz via números diferentes do que as lojas viam. Resultado: faturamento real era X, sistema mostrava Y, ninguém sabia a verdade. Uma clínica no Rio que perdia pacientes porque não conseguia conectar atendimento, agendamento e faturamento - o paciente marcava com um médico, agendamento dizia que era outro, faturamento cobrava de um terceiro. Uma indústria em Minas que pagava R$ 120 mil por mês em integrações manuais - três pessoas trabalhavam em tempo integral só baixando dados de um sistema e colocando em outro.
Esses cases não eram raros. Eram normais. Maioria das empresas brasileiras vivia assim. Mas ninguém falava, porque todo mundo achava que era problema deles, não do mercado. Thiago percebeu que era padrão. E padrão significa oportunidade.
Google: validação global e escala geoespacial (2014-2019)
Aos 10 anos de carreira, Thiago foi convidado para trabalhar com Google em projetos de infraestrutura geoespacial. Não era vendedor. Não era consultor genérico. Era engenheiro de operações que entendia o problema específico. Aqui, sua experiência acumulada em operações brasileiras encontrou tecnologia de ponta. Trabalhou em projetos de expansão territorial, inteligência geoespacial e automação de processos em escala global. Viu como Google pensa infraestrutura: não como custo necessário, mas como diferencial competitivo. Essa lição mudou sua trajetória completamente.
Na Google, coordenou equipes em São Paulo, Rio e Brasília para implementar sistemas que analisavam dados geoespaciais em tempo real. Dados de localização de clientes, dados de movimento de pessoas, dados de infraestrutura urbana - tudo integrado, tudo fluindo, tudo consistente. Empresas de logística em São Paulo reduziam custo de combustível em 18% apenas porque conseguiam otimizar rota. Empresas de real estate no Rio otimizavam busca de clientes por localização com precisão cirúrgica. Transportadoras em Minas melhoravam alocação de frota em 22%. Tudo porque a infraestrutura de dados estava correta. Não era mágica. Era infraestrutura bem feita.
Aqui Thiago teve um insight crucial: infraestrutura geoespacial bem construída não é apenas tecnicamente superior. É economicamente transformadora. Uma empresa que consegue entender dados de localização em tempo real compete diferente. Move para mercado certo. Aloca recurso onde tem oportunidade. Expande com confiança. Tudo porque dados estão organizados.
Metodologia XPR: infraestrutura antes de ferramenta (2019 em diante)
Ao deixar Google em 2019, Thiago enfrentou uma pergunta incômoda que não saia de sua cabeça: se a infraestrutura geoespacial funcionava em escala global e era transformadora, por que 95% das empresas brasileiras ainda sofrem com fragmentação operacional básica? Por que ainda existem empresas usando Excel como banco de dados? Por que dados de clientes continuam espalhados em 10 sistemas diferentes?
A resposta que chegou era amarga: ninguém estava vendendo infraestrutura. Todos estavam vendendo ferramentas. IA aqui, automação ali, software novo. Mas ninguém perguntava a pergunta fundamental: sua operação está pronta para receber isso? Seus dados estão organizados? Seus processos são claros? Seus sistemas conversam? Você tem governança?
Nasceu aqui a visão que fundamenta XPR. Antes de implementar IA, antes de comprar software novo, antes de contratar mais gente: você precisa de infraestrutura. Dados organizados. Processos mapeados. Governança clara. Integração entre sistemas. Só depois disso, qualquer ferramenta funciona. Só depois disso, IA gera resultado. Só depois disso, automação não quebra tudo.
Thiago viu esse padrão se repetir centenas de vezes. Empresa investe R$ 500 mil em CRM novo. Marketing fica animado. TI implementa. Depois de 6 meses, ninguém usa. Vendedor continua em planilha Excel porque no CRM ele perde tempo. Por quê? Porque a operação não estava pronta. Os dados não estavam organizados. Os processos não eram claros. Faltava infraestrutura.
Ou: empresa implementa IA para atendimento no WhatsApp. Máquina começa a gerar respostas aleatórias porque não tem dados históricos de qualidade. Ou: implementa automação de e-mail que gera 10 mil erros de digitação porque o processo de entrada de dados tinha falhas escondidas. Ou: compra software caríssimo de análise de dados que ninguém sabe usar porque não tem cultura de dados na empresa.
“Empresas brasileiras fracassam com tecnologia não porque a tecnologia é ruim. Fracassam porque tentam colocar tecnologia em operações que não têm infraestrutura. É como tentar rodar um Ferrari em uma estrada de terra.”
Depois de 25 anos e dezenas de casos, muitos fracassos e alguns sucessos memoráveis, Thiago consolidou 4 pilares que guiam XPR até hoje: **Pilar 1: Dados antes de IA** - Não implemente inteligência artificial em dados bagunçados. Seu ChatGPT não vai ficar mais inteligente. Vai ficar mais errado, rápido. Organize dados primeiro. Depois, IA funciona exponencialmente melhor. **Pilar 2: Processos antes de Software** - Não compre software porque é popular ou porque concorrente usa. Mapeie seus processos. Entenda como você trabalha hoje. Depois, escolha ferramenta que encaixe no seu jeito de trabalhar, não o contrário. **Pilar 3: Integração antes de Especialistas** - Não contrate especialista em IA, em análise ou em automação se seus sistemas não conversam. Integre primeiro. Depois, especialista amplifica o resultado de forma exponencial. **Pilar 4: Governança antes de Escala** - Não escale o que você não controla. Estabeleça governança: quem é responsável por cada dado? Como ele é atualizado? Como se detecta erro? Depois, cresce com segurança.
XPR não vende IA. Não vende software. XPR vende infraestrutura operacional. O processo começa com diagnóstico profundo: mapeamento de como sua operação funciona hoje. Onde estão dados armazenados. Como fluem processos na realidade. Que sistemas existem. Qual é a verdade operacional, não o que está no organograma.
Depois, implementa roadmap de infraestrutura customizado. Integra sistemas que não conversam. Organiza dados que estão espalhados. Documenta processos que existem só na cabeça de gente. Estabelece governança clara: quem faz o quê, como, com que frequência. Tudo com IA como ferramenta, mas IA como meio para atingir resultado, nunca como fim em si mesmo. Quando a empresa fica pronta, aí sim pode acelerar com qualquer ferramenta, qualquer automação, qualquer expansão que vier depois. Porque a base está sólida.
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